Especializada em novidades tecnológicas, principalmente nos setores de equipamentos de ginástica e eletrodomésticos, a Polishop tem uma estratégia bem peculiar. Em sua sede em São Paulo, a companhia tem uma produtora de vídeos. Os lançamentos da empresa – entre dois a três itens novos por semana – começam a ser vendidos inicialmente por televendas. Um filme que demonstra o uso do produto, com duração entre 15 e 30 minutos, é colocado no ar e dependendo da aceitação obtida – medida pelas vendas no call center -, o item vai para as lojas físicas.
A Polishop coloca 120 horas de seusinfomerciais na televisão por semana. Além do seu canal Polishop 24 horas, a companhia compra tempo em mais de 20 canais. “Costumo dizer que meu maior concorrente é a igreja”, comenta João Appolinário (Presidente e fundador da Polishop).
Para o empresário, o grande segredo do seu negócio está na divulgação. Algo em torno de 10% do faturamento da Polishop é investido na elaboração dos vídeos e na aquisição de espaço em emissoras de TV. “Não vendemos o produto, vendemos o benefício”, afirma.
Grandes marcas passaram a enxergar a Polishop como uma plataforma de lançamentos de produtos, e com isso a Polishop exige a marca que o produto seja diferencial e inovador, que traga algum benefício na vida do consumidor e que lhe garante uma exclusividade de 3 a 5 anos.
A partir daí a Polishop seleciona se o produto apresenta perfil para ser veículado na televisão e é posto nas gôndolas para serem comecializados.
Confira alguns modelos de infomerciais que são transmitidos na POLISHOPTV através de seu canal próprio de televisão.
http://goo.gl/jDCUWD
quarta-feira, 30 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Mercado Tradicional (100% de você) x Mercado Multinível (1% de cada pessoa)
Emprego com ótimo salário não é sinônimo de independência financeira com qualidade de vida além da estabilidade e segurança.
O Salário Fixo é uma renda limitada que definirá a sua qualidade de vida.
Saiba o que é o Multinível e como você pode construir uma renda que lhe trará liberdade financeira com qualidade de vida com o trabalho.
http://goo.gl/dx5oJe
O Salário Fixo é uma renda limitada que definirá a sua qualidade de vida.
Saiba o que é o Multinível e como você pode construir uma renda que lhe trará liberdade financeira com qualidade de vida com o trabalho.
http://goo.gl/dx5oJe
terça-feira, 22 de julho de 2014
Você conhece a Polishop? Sabia que você pode se tornar parceiro empreendedor dessa grande marca?
"POLISHOP COM VC" é o canal de empreendedorismo que foi oficializado em 2011 sendo assim mais um canal de vendas da Polishop.
Você que tem espírito empreendedor e almeja conquistar algo a mair fora do padrão convencional e limitado esta é a sua chance de empreender junto com uma marca consolidada de renome e que todos os brasileiros conhecem, sendo por tv ou shopping center.
Saiba como se tornar empreendedor Polishop e conquistar definitivamente a independência financeira com qualidade de vida. Você pode tocar o negócio em pararelo com aquilo que você já faz, sem ter que abandonar suas atividades diárias.
http://goo.gl/M5o6WT
Você que tem espírito empreendedor e almeja conquistar algo a mair fora do padrão convencional e limitado esta é a sua chance de empreender junto com uma marca consolidada de renome e que todos os brasileiros conhecem, sendo por tv ou shopping center.
Saiba como se tornar empreendedor Polishop e conquistar definitivamente a independência financeira com qualidade de vida. Você pode tocar o negócio em pararelo com aquilo que você já faz, sem ter que abandonar suas atividades diárias.
http://goo.gl/M5o6WT
"PAI RICO, PAI POBRE" POR ROBERT KIYOSAKI
Robert Kiyosaki foi criado por dois pais com mentalidades diferentes, onde o Pai Pobre diz para estudar bastante usufruir dos conhecimentos e depois de formado procurar um bom emprego com ótimas garantias, promoções e estabilidade.
Já o Pai Rico recomenda a estudar bastante e depois de formado procurar executar um bom sistema de negócio, gerar renda passiva ou montar uma empresa e gerar empregos.
http://goo.gl/7DNysr
Já o Pai Rico recomenda a estudar bastante e depois de formado procurar executar um bom sistema de negócio, gerar renda passiva ou montar uma empresa e gerar empregos.
http://goo.gl/7DNysr
terça-feira, 15 de julho de 2014
DESEMPREGO, ESTATÍSTICAS E MANIPULAÇÕES (Texto do economista Ricardo Amorim)
" Facebook, Twitter e outras redes sociais trouxeram coisas boas e ruins. Uma das mais convenientes é saber os assuntos que mais interessam. Recentemente, poucos temas geraram tanta inquietação e nenhum, tanta incompreensão, quanto nossos números de emprego. Quase todos sabem que a taxa de desemprego despencou e está entre as mais baixas do mundo e da História, mas você sabia que de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, só 53 trabalham?
Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.
Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.
Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.
A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.
Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.
Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.
Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.
As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.
Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.
De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.
Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quererem trabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos."
Texto do economista Ricardo Amorim, "Desemprego, estatísticas e manipulaçoes".
Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.
Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.
Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.
A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.
Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.
Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.
Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.
As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.
Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.
De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.
Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quererem trabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos."
Texto do economista Ricardo Amorim, "Desemprego, estatísticas e manipulaçoes".
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Polishop Omnichannel: excelência em todos os canais?
Seguindo o que mostram as tendências e pesquisas que estamos frequentemente acompanhando, não existe mais somente um canal de compras. O consumidor de hoje é multicanal e cross canal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e pratico pra ele e pode cruzar compras em ambientes físicos e virtuais. Entram nessa história as próprias lojas físicas, venda porta a porta, E-ecommerce, Mobile Commerce, TV commerce, Social Commerce e mais outros tantos “commerces” que surgirem. O varejo, então, começou a olhar para o consumidor como único – mas continua atendendo de maneira funcional cada canal.
O conceito de Omni-Channel traz uma perspectiva mais evoluída do multicanal/ cross canal. É uma visão de integração total, onde para o consumidor não importa qual o meio de compra e sim a experiência que está tendo com a marca como um todo. Para os varejistas, o grande desafio é olhar todos os canais disponíveis e trabalhar de forma sinérgica e coordenada entre eles, prevendo a integração de processos como logística, armazenamento, distribuição, atendimento ao cliente, banco de dados e marketing.
http://goo.gl/3wiRHL
O conceito de Omni-Channel traz uma perspectiva mais evoluída do multicanal/ cross canal. É uma visão de integração total, onde para o consumidor não importa qual o meio de compra e sim a experiência que está tendo com a marca como um todo. Para os varejistas, o grande desafio é olhar todos os canais disponíveis e trabalhar de forma sinérgica e coordenada entre eles, prevendo a integração de processos como logística, armazenamento, distribuição, atendimento ao cliente, banco de dados e marketing.
http://goo.gl/3wiRHL
VAMOS MUDAR O MUNDO PESSOAL??? VAMOS EMPREENDER!!!
Saiba quem são os Geração Y (Jovens nascidos após 1980) Ambiciosos, inovadores, e com espírito de empreendedor eles querem liberdade, desejam arriscar longe do caminho convencional traçado dentro de uma empresa e almejam conquistar resultados diferenciados.
Você faz o que vc ama ou porque te pagam por isso?
Saiba que vc passa a maior parte de sua vida...TRABALHANDO!
http://goo.gl/BsYIKk
domingo, 13 de julho de 2014
VOCÊ CONHECE A POLISHOP? CONFIRA ESSA GRANDE OPORTUNIDADE!
Polishop é uma empresa do varejo com mais de 200 lojas em todo o Brasil, atuante no exterior, estrutura de logística própria, call center próprio, mais de 3000 funcionários e um satélite de TV própria onde é transmitida mais de 120hs seus infomerciais por dia, sendo líder anunciante na tv brasileira e é conhecida como a maior empresa multicanal do mundo, tendo assim todos os canais de vendas atuantes onde eles se atuam entre si.
Sabia que você pessoa comum pode se associar a empresa e desenvolver de um trabalho com equipe com grandes possibilidades de conquistar resultados diferenciados longe do padrão convencional e limitado?
"POLISHOP COM VC" é um canal de empreendedorismo da Polishop que já esta no seu 3º ano de execução, criado em 2011 pelo seu Presidente João Appolinário junto ao seu Diretor Gilberto Guitti, e esta com rápido crescimento e expansão por todo o Brasil.
Confira o vídeo de recapitulação dos 3 anos de existência do canal e saiba como você pode fazer parte deste grande time.
http://goo.gl/WC05Vq
domingo, 6 de julho de 2014
EMPREENDER OU NÃO EMPREENDER? (Um texto do ponto de vista de um empreendedor. Não se ofenda) por Geração de Valor.
A realidade é que não temos o controle como pensamos ou desejamos ter. A vida por definição é um risco desde o primeiro suspiro. Alguém pode morrer porque um avião caiu sobre sua cabeça ou passar por toda uma vida alimentando leões numa jaula e ainda sobreviver.
Jogar o jogo da vida na retranca pode produzir a ilusão de segurança, mas na realidade o que de fato proporciona é uma vida limitada e carente de grandes emoções e conquistas.
Ganhar um alto salário fixo numa grande multinacional ou ter um cargo público pode ser considerado um emprego seguro pra muita gente, mas no meio de uma forte crise econômica, como a que aconteceu na Grécia recentemente, por exemplo, empresas inteiras sumiram do mapa, bem como mais de 100 mil funcionários públicos foram demitidos. Mas e a estabilidade garantida por lei? Ela se dissolve em ambientes extremos, porque as leis mudam e o caos é que passa dar as cartas.
Por outro lado, quando empreendemos, além de fazermos o que gostamos, vivemos a aventura da vida de forma muito mais saborosa. Nesta hipótese, ganha-se a chance de estudar aquilo que seja comprovadamente útil para o seu projeto, através de sua própria pesquisa, sem que seja necessário se preocupar com o seu currículo, com a sua conta no Linkedin ou com o único intuito de mostrar pra alguém que você tem este ou aquele título. O que passa a valer é a sua capacidade de inovar e produzir. O resto, num passe de mágica, transforma-se num amontoado de balelas.
Empreender é nadar em pleno oceano; é não estar limitado dentro de um aquário corporativo cheio de peixinhos engravatados. Empreender é ter o desafio diário de provar para o mundo o seu valor a fim de estar apto a caçar o seu próprio alimento em vez de ser alimentado pela ração diária distribuída dentro do galinheiro institucional.
A verdade é que quem se abstém de assumir riscos em troca de garantir a sua sobrevivência pra conseguir pagar as suas contas no final do mês, diminui a sua possibilidade de se machucar, é fato. No entanto, aumenta brutalmente as chances de se lamentar por não ter seguido o seu instinto, ter desbravado uma vida de lutas, decepções, porém de grandes conquistas.
Essa é a hora que muitos me perguntam: "Mas Flávio, se todo mundo resolver empreender, quem vai trabalhar nas empresas?"
Primeiro, essa hipótese é impossível, pois estatisticamente na hora H, a maioria amarela por medo de perder. Frequentemente as grandes massas abandonam sua única chance de ganhar ao sinal da primeira turbulência e optam por uma vida estagnada, porém "segura". Logo, todos empreenderem está fora de cogitação.
No entanto, admitindo a hipótese que um texto como o deste post encorajasse mais pessoas a empreenderem, promoveríamos a diminuição da oferta de mão de obra, o que geraria um aumento substancial dos salários pagos no Brasil, o que aumentaria o poder de compra dos produtos vendidos pelas novas empresas.
Bom para o empreendedor.
Bom para o profissional.
Bom para o país.
Bom para todos.
Jogar o jogo da vida na retranca pode produzir a ilusão de segurança, mas na realidade o que de fato proporciona é uma vida limitada e carente de grandes emoções e conquistas.
Ganhar um alto salário fixo numa grande multinacional ou ter um cargo público pode ser considerado um emprego seguro pra muita gente, mas no meio de uma forte crise econômica, como a que aconteceu na Grécia recentemente, por exemplo, empresas inteiras sumiram do mapa, bem como mais de 100 mil funcionários públicos foram demitidos. Mas e a estabilidade garantida por lei? Ela se dissolve em ambientes extremos, porque as leis mudam e o caos é que passa dar as cartas.
Por outro lado, quando empreendemos, além de fazermos o que gostamos, vivemos a aventura da vida de forma muito mais saborosa. Nesta hipótese, ganha-se a chance de estudar aquilo que seja comprovadamente útil para o seu projeto, através de sua própria pesquisa, sem que seja necessário se preocupar com o seu currículo, com a sua conta no Linkedin ou com o único intuito de mostrar pra alguém que você tem este ou aquele título. O que passa a valer é a sua capacidade de inovar e produzir. O resto, num passe de mágica, transforma-se num amontoado de balelas.
Empreender é nadar em pleno oceano; é não estar limitado dentro de um aquário corporativo cheio de peixinhos engravatados. Empreender é ter o desafio diário de provar para o mundo o seu valor a fim de estar apto a caçar o seu próprio alimento em vez de ser alimentado pela ração diária distribuída dentro do galinheiro institucional.
A verdade é que quem se abstém de assumir riscos em troca de garantir a sua sobrevivência pra conseguir pagar as suas contas no final do mês, diminui a sua possibilidade de se machucar, é fato. No entanto, aumenta brutalmente as chances de se lamentar por não ter seguido o seu instinto, ter desbravado uma vida de lutas, decepções, porém de grandes conquistas.
Essa é a hora que muitos me perguntam: "Mas Flávio, se todo mundo resolver empreender, quem vai trabalhar nas empresas?"
Primeiro, essa hipótese é impossível, pois estatisticamente na hora H, a maioria amarela por medo de perder. Frequentemente as grandes massas abandonam sua única chance de ganhar ao sinal da primeira turbulência e optam por uma vida estagnada, porém "segura". Logo, todos empreenderem está fora de cogitação.
No entanto, admitindo a hipótese que um texto como o deste post encorajasse mais pessoas a empreenderem, promoveríamos a diminuição da oferta de mão de obra, o que geraria um aumento substancial dos salários pagos no Brasil, o que aumentaria o poder de compra dos produtos vendidos pelas novas empresas.
Bom para o empreendedor.
Bom para o profissional.
Bom para o país.
Bom para todos.
Assinar:
Comentários (Atom)


+modified.jpg)





